domingo, 23 de novembro de 2014

Gecilda Bayer, chimarrão, tererê, banquetes e geleias. Mas que delícia.


Há mais de 20 anos morando em Minas, a gaúcha Gecilda Bayer (foto) não perdeu o sotaque sulista, com aquele “erre” carregado que logo denuncia as suas origens.

Moradora do São Bento, casada com o empresário Antônio de Pádua Souto Bastos, esta bisneta de alemães é, antes de tudo, uma afamada banqueteira e também uma quituteira de mão cheia.

Basta encomendar que ela faz desde jantares da mais fina culinária francesa a doces típicos da cozinha alemã, como o strudel, aos bem mineiros, como a compota de figo. 

Sem falar nas suas reconhecidas geleias, especialmente a de bergamota, a mexerica que chamamos por aqui de carioquinha.

Gecilda tem saudades das rodas de chimarrão do Sul do Brasil: “tomar chimarrão sozinha não tem graça”, explica, ela, que, apesar disso, mantém sua cuia para tomar o chá com gosto amargo, que, nos dias quentes de verão, é feito com água fria, e se chama tererê.

Seu marido também é famoso pelos móveis produzidos a partir de madeira de demolição, em sua Arte Passado, muito requisitado e conhecido no meio do décor em BH. (post Tetê Rios) 

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