quinta-feira, 19 de março de 2015

A Cidade Jardim recebe o mais arrojado museu de ciências e tecnologia da AL

Esta foto de 1953 mostra o prédio da Faculdade de Odontologia, aquele triângulo bem no coração do bairro da Cidade Jardim, que já crescia com suas mansões, extrapolando os limites da avenida do Contorno. Á esquerda, vê-se o córrego do Leitão, onde hoje é a avenida Prudente de Morais.

A Cidade Jardim, na zona sul, o bairro nobre de Belo Horizonte, vai se tornar também o mais sofisticado da cidade. 

É o que prevê um projeto de revitalização do bairro e a implantação do mais arrojado museu de ciências e tecnologia da América Latina, o Museu Nacional de Ciências Forenses, do Departamento de Policia Federal, Superintendência de Minas Gerais.

Na terça-feira, dia 17,  os peritos criminais a Policia Federal e representantes dos moradores da Cidade Jardim, bairros vizinhos e Paroquia de Santo Inácio de Loyola, visitaram o diretor do Museu Histórico Abílio Barreto, Guilherme Maciel, para apresentar o projeto e estabelecer parcerias culturais, tecnológicas, de conhecimento e expertise, uma vez que o museu será uma instituição viva, contemporânea.

Este novo polo cultural que deverá nascer no bairro, totalmente ocupado por residências em terrenos de área mínima de 1.000 metros quadrados, está levando em consideração que foi ali, ao lado, no Curral Del Rey, que nasceu a cidade de Belo Horizonte, inaugurada em 1897 para ser a Capital de Minas Gerais.


Estas ações estão ocorrendo no momento em que a Prefeitura tombou cerca de 80 casas, das 240 existentes no bairro. 

O Museu Nacional de Ciências Forenses será implantado no hoje abandonado, tombado e decadente prédio onde funcionou a Faculdade de Odontologia da UFMG, inaugurado em 1953 e abandonado há 13 anos.

Guilherme Maciel, diretor do Museu Histórico Abílio Barreto; Eduardo Calazans, presidente da Associação de Moradores do Bairro Cidade Jardim; Gyovany de Faria Gomes, perito criminal da Polícia Federal e chefe da equipe de implantação do Museu; Gegê Angelino, do Conselho da Paróquia Santo Inacio de Loyola; e Marcos Vinicius de Oliveira Andrade, perito criminal da Polícia Federal. Foto de Eustáquio Augusto dos Santos, presidente da Associação de Amigos do Parque da Barragem Santa Lúcia, entidade que apoia o projeto.
Este prédio, degradado, tombado e decadente vai ser recuperado e abrigar o mais arrojado museu de ciências e tecnologia da América Latina, o Museu Nacional de Ciências Forenses, pensado para ser um museu vivo, dinâmico, participativo. A elucidação de crimes com provas materiais produzidas em laboratórios mostra a Polícia Federal como entidade preocupada com os direitos humanos.

Um comentário:

  1. Amaury Teixeira Machado19 de março de 2015 14:14

    Sem dúvida, muitas e muitas conquistas que "este lado de cá" da nossa cidade vem alcançando se devem ao trabalho do Eustáquio. Que ele continue, com todo o nosso apoio e admiração, esse trabalho relevante.

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